Há vários anos ocupando o mesmo cargo na Câmara, João Paulo foi condenado a penas de 3; 3,6; 4 e 7 anos, o que dá o total de 17 anos e seis meses de prisão.
Ele e os outros sentenciados ainda podem recorrer a instâncias superiores, aguardando o julgamento dos recursos em liberdade.
A aposta nos ambientes políticos locais era de que ele apresentasse pedido de exoneração por livre e espontânea vontade, assim como fez o agora ex-secretário de Governo, Carlos Eduardo Magalhães, que pediu para sair do cargo e foi atendido.
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